♥ Bruna ♥

Palavra cruzada sem resposta na última página.

Mudança do conceito

Posted by bruunnaa em maio 26, 2008

O meu site,a entrada dele seria em forma de quebra cabeça , com uma foto em preto e branco, na qual nas pontas teria os menus que apareceriam em colorido.

Na parte do conteúdo do site, teria um estilo de moldura de quadro, com umas partes montadas, outras não, no qual seria o objetivo do meu site. O menu ficaria no centro desta construção de “moldura”, onde o usuário saberia onde estaria, ou seja, suponhamos que esteja em perfil aparecera uma pecinha sobre posta sobre a peça do menu, indicando onde o usuário esta no site.

O conceito do meu site, é um grande quebra cabeça, onde as experiências do dia-a-dia, a formação de caráter e personalidade trazida do berço, e aprendizagem que adquiri, para minha formação pessoal e principalmente profissional compõe essas peças, que encaixadas permitem o reconhecimento de um perfil como um todo.

O objetivo do meu site, é que a pessoa entre e veja que eu realmente tenho a capacidade de ser contratada para uma agencia, disponibilizando meus contatos e currículos.

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Dairio de bordo

Posted by bruunnaa em maio 19, 2008

Eu pensei na entrada do meu site como uma evolução da minha vida, eu desde pequena, e agora mulher, penso em um crescimento na minha vida profissional.

Com um fundo preto e sem muita poluição de cores, apenas a evolução com flash, sentando em uma cadeira de computador e a mulher apertando ENTER no computador para carregar o site, caso a pessoa não queira ver a animação, ao lado tendo uma placa com “passar animação”. Ao apertar enter no computador aparecerá o site carregando rapidamente, logo abrirá uma tela basicamente de uma cor, limpa e de fácil visualização, com o menu na diagonal, e meu nome grande em cima do menu. Ao apertar qualquer link do menu na mesma pagina vai aumentar o que era desejado.

A minha idéia na verdade é o meu crescimento no meio profissional.

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A Trofolaxe Digital

Posted by bruunnaa em maio 13, 2008

A Trofolaxe Digital

– Celso Candido-

A comunicação integrada entre os homens é o foco do autor Celso Candido, doutor e coordenador do curso de Filosofia da Universidade do Vale dos Sinos, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul. Candido aborda em seu texto a capacidade do ser humano em ter o dom da linguagem, e o modo como o homem se manifesta em seu meio.

O autor compreende o mundo cotidiano a partir do que se vê, ouve e lê nos meios de comunicação. Ele acredita que existe uma integração entre os homens, onde apenas eles têm a capacidade da linguagem, podendo diferenciar a manifestação do certo e do errado. Ressalta ainda que a mente compartilhada é o fenômeno da linguagem, da integração, da fala e, revela nosso “eu interior”, é o que faz com que convivamos.

Na visão do filósofo, com a avançada tecnologia da atualidade, temos disponíveis inúmeras formas de comunicação. A mais comum seria a linguagem oral, que em grande parte das relações sociais cotidianas eram praticamente determinadas por tal forma de comunicação. A escrita por sua vez, é uma forma de comunicação impessoal, pois a partir dela pode-se comunicar à distância, pensamentos, idéias e sentimentos. Cita ainda as interfaces telecomunicativas instantâneas, enfocando a mudança nas noções de tempo e espaço, e uma velocidade nas informações, bem como da rapidez de sua transmissão e conseqüentemente o consumo instantâneo.

Celso acredita que a trofolaxe digital é um elo de ligação fundamental para o agenciamento comunicativo, não sendo apenas um senso de responsabilidade, e sim estabelecendo uma relação na qual ela também é um instrumento de transmissão diligente.Salienta ainda que a trofolaxe humana digital representa que ainda não existe, algo de comunicação ativa de tipo internacional, como a comunicação real.

Com uma abordagem clara e objetiva, Candido oportuniza a seus leitores uma diversidade de formas de comunicação existente entre os seres, sendo elas por gestos, pensamentos, sons e principalmente através da linguagem falada.

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Atualizações da Microsoft

Posted by bruunnaa em abril 15, 2008

Depois de muitas versões do MSN Messenger, e com a chegada do Windows Vista, a Microsoft resolveu inovar novamente. Com algumas mudanças diferenciadas das outras versões do Messenger, a Microsoft resolveu adicionar novas funcionalidades. Uma das principais novidades,é a de o mensageiro poder mandar mensagens off-line, assim que seu contato entrar, ele receberá sua mensagem.

Outra função, é o meio de compartilhamento de documentos, fotos e músicas, ao selecionar um arquivo para compartilhar ele fica disponível em uma área onde os dois usuários vêem o arquivo, e o download só é feito se o usuário escolher por fazer o download daquele respectivo arquivo, isso impede que arquivos maliciosos entrem de forma automática em seu computador.

Ao invés de ficarmos horas procurando contato por contato, o amigo que desejamos, o Messenger, realizou outro desejo dos mensageiros, nesta versão consta uma barra de busca por contato, apenas precisa digitar o nome, que rapidamente aparecerá a fixa inteira do seu contato, que é uma outra inovação do Messenger. Você é capas de adicionar ao seu perfil do MSN, nome, sobrenome, aniversario, endereço, telefones, e entre outras informações.

Com todas essas novas atualizações, poderá facilitar a vida de muitas pessoas, com a facilidade de busca e com um novo design. Ele alcançará um público de todas as idades, estudantes, trabalhadores, e até crianças, com a facilidade de manuseá-lo.

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Rodolphe Töpffer

Posted by bruunnaa em março 25, 2008

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Rodolphe Töpffer foi um artista, escritor (francófono), crítico de arte e pedagogo suíço, que viveu no século XIX. Conhecido no seu país como escritor e pintor, sem descurar os seus livros de “literatura de estampas”, dando nomes mesmo a ESCOLAS, ele é conhecido em todo o mundo por ser o “inventor da banda desenhada”. Filho de um pintor alemão de algum sucesso, e no seio de uma família pequeno-burguesa dedicada às várias sensibilidades das artes, o seu destino estava talhado para seguir as passadas do pai no mundo das artes visuais. Sobretudo a pintura, apesar de Wolfgand Adam Töpffer, o pai, também se ter dedicado à caricatura, especialmente alegorias políticas. No entanto, quase como se num conto de contornos bíblicos, uma doença do foro visual impedi-lo-ia de prosseguir essa carreira, e desviou-se para as letras… escreveu contos, um romance, e vários relatos de viagens (muito em voga, então) ilustrados pelo seu próprio punho. Tornando-se professor, chegou mesmo a ocupar uma cadeira de Retórica. E foi enquanto perceptor que deu vida a uma série de aventuras de personagens muito particulares, em pequenos livrinhos feitos à mão com croquis e pequeníssimos textos, naquilo que ele próprio chamaria de “literatura em estampas”, e nós “banda desenhada”.

É óbvio que estou a reduzir uma complexa teia de acontecimentos e circunstâncias da sua vida, aprendizagem e das convergências culturais que se consolidariam na sua obra, mas estas são as linhas gerais que nos importarão seguir. O facto de Töpffer ter construído os livros em exemplares únicos para serem fruidos apenas pelos seus alunos ou um círculo reduzido de amigos poderá recordar-nos a nossa actual ideia de fanzine; a publicação posterior em volumes (álbuns) singulares (aqui vemos as capas de Mr. Pencil, de 1840, e Mr. Cryptogame, de 1845, redesenhado por Cham), depois em compilações, as imitações, etc., fazem em si mesmo uma história conturbada e complexa. O investigador português Leonardo de Sá tem uma excelente sinopse ,em que essa linha torta se endireita um pouco, para podermos seguir estas obras de Töpffer. Mas é a vida “transportável” dos livros que alteraria o papel social de todos os objectos anteriores e que se costumam agregar na História, da banda desenhada, e que lhes garantiriam uma determinada repercussão enquanto construção cultural que transformaria possível falar de uma nova arte (explicaremos como).

Apesar da ideia de ver em Töpffer o fundador da arte conhecida como banda desenhada ser ter já alguns anos, e muitos defensores, a obra que apresentaria a perspectiva mais consolidada e estruturada dessa defesa é a dos investigadores Thierry Groensteen e Benoît Peeters – ambos autores absolutamente incontornáveis no estudo da banda desenhada – que se vê aqui ao lado, Töpffer. L’invention de la bande dessinée. Nessa obra, cada um dos autores apresenta um estudo: Peeters explana os aspectos mais pensados por Töpffer dentro da sua arte, a saber, o estudo da fisionomia e a ligação que esses traços tinham com a personalidade, e de que modo esse saber multímodo foi aplicado quer nas ciências (de Lavater a Bertillon) quer nas artes (de Grandville a Moebius, passando por Balzac); Groensteen prende-se sobretudo a uma certa evolução de uma arte, explorada desde a caricatura inglesa do século XVII e as suas relações com as imagens populares até aos muitos “herdeiros” de Töpffer, quer os directos (Cham, Christophe, Samivel) quer a outros menos imediatos. Depois, o livro apresenta organizados alguns dos escritos do artista suíço sobre a sua obra da “literatura de estampas”, desde cartas a artigos em revistas estéticas, até ao seu Ensaio sobre a Fisiognomonia.

O Ensaio foi em primeiro lugar publicado parcialmente, numa publicação periódica, em 1845, sendo em 1849 que saíria na íntegra, numa versão “autografada” (explicarei mais tarde), ilustrada. O objectivo destes textos é, claramente em primeiro lugar, o de explicar o quão superior o método da fisiognomonia era em relação a outros (como a frenologia) em dar a conhecer o carácter humano através dos traços físicos do indivíduo. Todavia, as considerações de Töpffer vão bem mais além disso, e acaba por se fazer uma defesa da irredutibilidade da alma humana, com repercussões morais e até mesmo religiosas, uma defesa da ideia romântica da superioridade da arte criada pelo bem da sua própria existência, pequenas notas sobre a corrupção moral a que determinados escritores votam os seus leitores e que tipo de soluções estéticas são possíveis para evitar esses males.
Mais ainda, o Ensaio, uma vez que procura explicar os traços dos rostos humanos na sua relação imediata com características morais ou intelectuais, acaba por ser uma espécie de semiótica facial, de exploração das “unidades mínimas de significado” possíveis, ainda que o autor acabe por confessar tal ser impossível. E, como quem não quer a coisa, quase como se fosse um produto derivado, mas que acaba por tornar este texto no primeiríssimo texto intelectual sobre a banda desenhada, Töpffer avança muitas noções e considerações gerais que acabam por ser definidoras, ou melhor, explicativas, do que ele entende ser a “literatura em estampas”, ou “banda desenhada”.
Para além das especificidades formais da obra de Töpffer, em que surgem muitas das técnicas hoje tidas como concernentes a esta arte, e que contribuem para o título (Arbritrário, pertinente) de “inventor da banda desenhada”, é o Ensaio o que torna Töpffer também o seu primeiro teórico, teorizador, intelectual, e muito forte acima de tudo.

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Nova Tecnologia

Posted by bruunnaa em março 17, 2008

Minha nova tecnologia é com o uso de sensores, para todas os verdadeiros gaúchos que geralmente não sabem o ponto certo do seu tradicional churrasquinho.O desenvolvimento da minha tecnologia sera que o gaucho poderá tomar seu chimarrão bem tranquilo enquanto deixa sua carne assando na nova assadeira com sensor.Ele automaticamente apitará para alertar ao assador que a carne está no ponto, você vai poder programar ela do jeitinho que você gosta, mau passada, bem passada ou no ponto, ela sairá do modo que você quiser, é questão de um clique que você terá sua carne pronta e do jeito que você gosta vigiada por um sensor.

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Técnicas de impressão no século xix

Posted by bruunnaa em março 13, 2008

Uma das técnicas do século XIX, era a litografia, técnicas de impressão que ultiliza, uma pedra calcária de grão muito fino e baseia-se na repulsão entre água e as substancias gordurosas. . Coube a Alois Senefelder o mérito de ter equacionado e sistematizado os princípios básicos da impressão a partir da pedra. Foi em 1796 em Munique, que Senefelder, autor de teatro de sucesso discutível, na procura de meios de impressão para seus textos e partituras, uma vez que não encontrava entusiasmo por parte dos editores, acabou por inventar um processo químico que permitia uma impressão económica e menos morosa que os procedimentos gráficos da época.

A invenção abriu novos caminhos para a produção artística como significa também um enorme passo na evolução da impressão de caráter comercial.

Esta técnica de impressão utiliza uma pedra calcária de grão muito fino e baseia-se na repulsão entre a água e as substâncias gordurosas.

Ao contrário das outras técnicas da gravura, a litografia é planográfica, ou seja, o desenho é feito através da gordura aplicada sobre a superfície da matriz, e não através de fendas e sulcos na matriz, como na xilogravura e na gravura em metal

Só passados cerca de quatro séculos (final do séc XIX), com a construção do prelo de Stanhope, totalmente em ferro, é que a tipografia evoluiu acentuadamente. Senefelder tinha já inventado um novo processo de impressão, sem semelhança com nenhum anterior – a Litografia.
Logo em 1811,Frederick Koenig constrói a primeira máquina cilíndrica, e introduz definitivamente o mecanismo na imprensa, facilitando desta forma a reprodução.E todos os processos na velocidade de impressão é desta máquina.

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A história da Internet

Posted by bruunnaa em março 10, 2008


A internet revolucionou o mundo da comunicação e dos computadores, como nenhuma invenção foi capas de fazer antes, muitos dizem que foi a maior criação tecnológica depois da televisão na década de 1950.

A Internet nasceu praticamente por acaso,foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArpaNet, para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos.

A ArpaNet original cresceu e se tornou a Internet. A Internet foi baseada na idéia de que haveria múltiplas redes independentes com a ArpaNet como rede pioneira de trocas de pacotes mas logo incluindo redes de satélites, rádio,etc.

Nos anos 1970, as universidades e outras instituições que faziam trabalhos relativos à defesa tiveram permissão para se conectar à ArpaNet. Em 1975, existiam aproximadamente 100 sites. Os pesquisadores que mantinham a ArpaNet estudaram como o crescimento alterou o modo como as pessoas usavam a rede. Anteriormente, os pesquisadores haviam presumido que manter a velocidade da ArpaNet alta o suficiente seria o maior problema, mas na realidade a maior dificuldade se tornou a manutenção da comunicação entre os computadores.

A Internet no Brasil já começou bem mais tarde, só em 1991 com a Rede Nacional de Pesquisa, uma operação acadêmica subordinada ao Ministério de Ciência e Tecnologia.

Em 1994, no dia 20 de dezembro é que a Embratel lança o serviço experimental a fim de conhecer melhor a Internet. Somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial da população brasileira.

Nos dias atuais, é impossível pensar no mundo sem a Internet. Ela tomou parte dos lares de pessoas do mundo todo. Estar conectado a rede mundial passou a ser uma necessidade de extrema importância. A Internet também está presente nas escolas, faculdades, empresas e diversos locais, possibilitando acesso as informações e notícias do mundo em apenas um click.

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Artistas

Posted by bruunnaa em março 7, 2008

Karl Gerstner (Designer 1.930 -)

Fundou a agência de propaganda Gerstner + Kutter. Wollner teve muita influência deGerstner.

Max Bill

Artista plástico, escultor, arquitecto, designer gráfico e de interiores, Bill estudou na Bauhaus em Dessau, e foi mais tarde docente na hochschule für gestaltung, a Escola Superior de Design em Ulm, vocacionada para continuar o legado da Bauhaus.

Iac Masp

(Insituto de ArteComtemporânea doMuseu de Arte de São Paulo) – Idealizado por Bardi, foi uma iniciativa pioneira no Brasil, pois, dava acesso a informações, metodologia e treinamento do processo criativo no design. Wollner iniciou seus estudos no curso de design visual no IAC.

Flávio Motta

(Artista plástico – 1.916 – 1.998) – Desenhista, historiador, crítico, professor. Trabalhou como conservador do MASP.

Albrecht Durer

Albrecht Dürer viveu entre 1471 e 1528 e foi a figura central da renascença alemã. Estudou com o seu pai, um ourives húngaro que emigrou para a Alemanha, e em 1486 começou a pintar. Tornou-se aprendiz do pintor Michael Wolgumut com quem iniciou os seus trabalhos de gravura em madeira e cobre.

Leonardo Fibonacci

O italiano Leonardo Fibonacci foi o primeiro grande matemático na Europa durante a Idade Média. Ele era também conhecido como Leonardo de Pisa.

Francesc Petit

Francesc Petit (Barcelona, 1934) é um publicitário e pintor catalão naturalizado brasileiro.Trabalhou na JWT e McCann-Erickson. Fundou com José Zaragoza o estúdio Metro 3, inovador em termos criatividade na publicidade brasileira. Associaria-se a eles Roberto Duailibi, e fundariam a DPZ em 1968, até hoje uma das maiores agências do país.

Pietro Maria Bardi


Jornalista, antiquário e marchand, Pietro desembarcou no Brasil em 1946. Um ano depois, conhecendo Assis Chateaubriand durante exposição em que tentava vender 54 telas italianas do século 13 e 19, no saguão do prédio do Ministério da Educação do Rio de Janeiro, foi convidado do dia para a noite a fundar e dirigir o Museu de Arte Moderna de São Paulo (Masp), cuja sede definitiva, inaugurada em 1969, foi concebida arquitetonicamente por sua mulher Lina Bo Bardi. O marchand, dono do Studio d´Arte Palma, em Roma, estivera pela primeira vez no Brasil, em 1936, quando em viagem a Buenos Aires. Retornara com o propósito de vender os quadros e passar a lua-de-mel com sua mulher.

Roberto Sambonet (Astista plástico – 1.924 – 1.995) – No Instituto de Arte Contemporânea do Masp, Wollner teve cursos com Roberto Sambonet.

Saul Steimberg

(Artista plástico – 1.914 – 1.999) – Foi um cartunista famoso por, entre várias coisas, suas ilustrações para o The New Yorker Magazine.

Exposição Max Bill

Realizada no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – Masp

Bauhaus


Bauhaus – escola de design, artes plásticas e arquitetura de vanguarda que funcionou entre 1919 e 1933 na Alemanha. A Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões do que é chamado Modernismo no design e arquitetura, sendo uma das primeiras escolas de design do mundo.

Aldemir Martins

Cearense de Ingazeira e autodidata nasceu no ano de 1922. Antes de fixar-se em São Paulo, em 1946, juntamente com Antonio Bandeira, Inimá de Paula, Mário Barata, Barbosa Leite, João Siqueira, Luís Delfino, Raimundo Campos e Zenon Barreto entre outros, participou do Grupo Artys da SCAP, cuja atividade estava voltada para a renovação modernista no Ceará.

Paul Rand

Ao longo da sua carreira — 60 anos —, foi director de arte, docente, escritor e consultor de design de empresas como a IBM, ABC e UPS. A sua influência foi enorme nas áreas do design gráfico e da comunicação.
Paul Rand, o designer mais criativo da sua geração, lançou uma abordagem nova e fresca ao design norte-americano. Aos 23 anos de idade começou como designer editorial e criador de publicidade para as revistas Apparel Arts, Esquire, Ken, Coronet e Glass Packer.

Geraldo de Barros

Iniciou sua carreira dedicando-se à pintura de figura e paisagens, mas tornou-se conhecido ao estabelecer vínculos com a arte experimental. Foi um dos pioneiros da fotografia abstrata e do modernismo no Brasil também é considerado um dos mais importantes artistas do movimento concretista brasileiro.

Grupo Ruptura

No dia 9 de dezembro de 1952, no Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP, é inaugurada a exposição que marca o início oficial da arte concreta no Brasil. Intitulada Ruptura, a mostra é concebida e organizada por um grupo de sete artistas, a maioria de origem estrangeira residentes em São Paulo: os poloneses Anatol Wladyslaw (1913 – 2004) e Leopoldo Haar (1910 – 1954), o austríaco Lothar Charoux (1912 – 1987), o húngaro Féjer (1923 – 1989), Geraldo de Barros (1923 – 1998), Luiz Sacilotto (1924 – 2003), e o catalisador e porta-voz oficial do grupo, Waldemar Cordeiro (1925 – 1973). Cordeiro conhece Barros, Charoux e Sacilotto em 1947, na mostra 19 Pintores, quando todos ainda estavam influenciados pela corrente expressionista. É somente em 1948, quando Cordeiro volta definitivamente ao Brasil, que ocorre a mudança dos trabalhos desses artistas em direção à abstração. Por essa época, reúnem-se para discutir arte abstrata e filosofia, principalmente a teoria da pura visibilidade do filósofo alemão Konrad Fiedler (1841 – 1895) e o conceito de forma cunhado pela psicologia da Gestalt. Féjer e Leopoldo Haar, ambos com formação artística em seus países de origem, já produzem pinturas abstratas pelo menos desde 1946 e aderem ao grupo. O último a integrá-lo em 1950 é Wladyslaw, ex-aluno de Flexor (1907 – 1971).

Hfg Ulm

Na Escola de Ulm, que prometia continuar a obra didáctica da Bauhaus, desenvolveram-se vários conceitos importantes do design do pós-guerra. Ao lado de Aicher, foram o suíço Max Bill e o italiano Tomas Maldonado que moldaram esta instituição.

Otl Aicher (Designer 1.922 – 1.991)

Ficou muito conhecido por ter feito em 1972 um conjunto de pictogramas pra os jogos ollímpicos de Munique, criou a família tipográfica Rotis e foi um dos fundadores da Escola de Forma de Ulm.

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